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Brasília, Distrito Federal, Brazil
Cientista Social e Político, professor de idiomas, Forex Trader, corretor imobiliário, Inglês: tradutor interprete, tradutor de textos. Mantenho meu amor pela ciência através deste blog. Ser honesto não é uma virtude e sim uma obrigação que mantém coerência. Vejo o mundo como um lugar de abundância infinita para todos, onde cada ser tem o direito dado por Deus de coexistir pacificamente. Minha máxima é: " Toda estória tem dois lados e cada lado está correto". Almejo cada vez mais consciência ecológica, pois sei que o Planeta é um ser vivo e mantém toda a vida que não foi criada por nós.

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domingo, 28 de fevereiro de 2010

Os maiores terremotos do mundo

A lista abaixo ainda não incluiu a tragédia deste ano no Haití.  A força do terremoto não é o único fator que define o tamanho da catástrofe. O terremoto mais forte da história, ocorrido no Chile em 1960 não figura na lista.








Maiores terremotos da história (em número de vítimas)





Data/ Local/ Mortos



23/jan/1556/ Shansi, China/ 830 mil

26/dez/2004/ Costa oeste de Sumatra /286 mil

27/jul/1976/ Tangshan, China/ 255 mil

09/ago/1138/ Alepo, Síria /230 mil

22/mai/1927/ Próximo à Xining, China/ 200 mil

22/dez/0856/ Dangan, Irã/ 200 mil

16/dez/1920/ Gansu, China /200 mil

23/mar/0893 /Ardabil, Irã /150 mil

01/set/1923/ Kanto, Japão/ 143 mil

05/out/1948/ Ashgabat, Turkmenistão/ 110 mil

set/1290/ Chiili, China /100 mil

28/dez/1908/ Messina, Itália /70 a 100 mil

nov/1667/ Shemakha, Caucasia /80 mil

18/nov/1727 /Tabriz, Irã /80 mil

01/nov/1755/ Lisboa, Portugal/ 70 mil

25/dez/1932/ Gansi, China /70 mil

31/mai/1970/ Peru/ 66 mil

1268 /Ásia Menor/ 60 mil

11/jan/1693/ Sicília, Itália/ 60 mil

30/mai/1935/ Quetta, Paquistão/ 30 a 60 mil

Fonte de pesquisa - Apolo11 site de pesquisa.

sábado, 27 de fevereiro de 2010

Terremotos chegam à América do Sul


























Hoje o Chile foi atingido por um terremoto de 8.8 da escala richter, na cidade de Concepcion. Alertas de tsunami para todo o pacífico, em especial Hawaí e Austrália. Uma tsunami já atingiu o arquipélago chileno de Juan Fernandez e isso é apenas o começo das transformações que acontecerão na terra à partir de agora.

É obvio que a terra está se subdividindo. Porém, essa separação está se dando muito rapidamente. Uma geleira quase do tamanho do DF, se desprendeu da Antártida e está se afastando, isso pode causar alterações no clima a América do Norte.

Em pesquisa que realizei sobre terremotos, verifiquei que à partir da década de 1990, os terremotos se intensificaram no mundo todo, mas desde 2008 o número vem crescendo de quase 1 por mês para 02 por mês em 2009 e só em 2010 já tivemos, em dois meses, 4 no Haití, 01 na região entre China, Coréia e Rússia e esse agora no Chile, ou seja, 03 por mês. Todos de grande magnitude na escala richter, que agora teve que ser alterada para mais e vai até 12 em vez de 9 pontos, como era antes. Isso significa que teremos terremotos de muito maiores proporções no futuro, do tipo que nunca se ouviu falar.

As autoridades não querem alarmar a população mundial, mas a situação já está alarmante. Somos como rãs que apenas se manifestam se o perigo é repentino, mas se o perigo vai crescendo de vagar a rã não se mobiliza e morre.

Não quero ser pessimista e se me chamarem de pessimista vou rir na cara de pessoa tão alienada. Não há motivos para ser otimista, não é uma questão psicológica e sim prática. Os maiores responsáveis por toda essa catástrofe, o hemisfério Norte, não estão fazendo nada para que eu possa ser otimista. Nem mesmo aqui no Brasil, que se acha livre de toda catástrofe, as pessoas fazem alguma coisa para minimizar os impactos.

Qual foi a última vez que você deixou seu carro em casa e foi ao trabalho de ônibus, a pé, de bicicleta ou qualquer outra forma menos poluente?

O desmatamento no Brasil apenas cresce. Não há políticas públicas para conter a devastação. Enchentes, inundações e outros efeitos climáticos já estão bem claros no Brasil e não temos como reverter a situação. A neve já está afetando a vida dos americanos, canadenses e outros habitantes de países do hemisfério Norte.

Conscientemente eu não posso ser otimista. sinto muito. O mundo é um só, o terremoto que atingiu o Chile, preocupa o Japão,a Ásia, a América do Norte e Rússia devido ao risco de tsunamis com ondas que variam de 10 a 15 metros de altura. Mas o que mais preocupa é a extensão da onda, que pode chegar a quilômetros, pois a magnitude do terremoto ocorrido no Chile é ainda maior que a do Haití, que destruiu a capital porto príncipe.

Tendo seu epicentro no oceano próximo a Santiago, o terremoto do Chile foi sentido em São Paulo e diversas cidades localizadas no sul do país. Só não foi mais devastador no continente por causa de seu hipocentro mais profundo. Muitos brasileiros sentiram como se tivesse acontecido no Brasil. Prédios altos e regiões mais próximas dos epicentros, podem sim ser atingidas, mesmo que superficialmente. As ondas gigantes podem atingir a costa sul americana do pacífico dentro de poucas horas e o Japão em no máximo doze horas após o terremoto.

A situação global é de alerta total e iminência de catástrofes a qualquer minuto. É melhor que as pessoas estejam preparadas para qualquer urgência em que tenham que sair de suas casas às pressas. Isso pode nos dar uma maior chance de sobrevivência.

Vai ter mais condições de sobreviver quem estiver realmente conectado com o planeta. Aquele que quiser continuar na alienação, boa sorte e curtam muito a vida Vá ao teatro, cinema, festas e tudo o que tiver direito, pois as chances de sobrevivência vão diminuindo ou aumentando de acordo com a consciência global.


Anand Viboddha.

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

Carnaval de Brasília

Nada mais ridículo que o atual carnaval de Brasília.

O trajeto origional do pacotão, bloco de carnaval mais tradicional da cidade, simplesmente foi alterado pelas autoridades que, diga-se de passagem, estão mais sujas que pau de galinheiro.

Originalmente, após a concentração na 303 Norte, o pacotão seguia na contra-mão da W3 no sentido norte-sul, passando pela rua das farmácias, 102 Sul, seguindo pela W1 Sul entre as quadras 102,302 até a 104, quando descia para a 204, onde se encontrava com o Galinho de Brasília e seguia pela L1 até a 403 Sul, seu destino final. Porém, neste domingo de carnaval, a confusão foi geral, o bloco foi obrigado a descer por entre o SCS e o Hospital de Base. A cidade ficou cheia de foliões sem bloco para seguir, pois não sabiam onde encontrar o Pacotão.

Por toda parte pessoas se perguntavam por onde estaria o bloco. A confusão foi tanta que muitos acabaram seguindo o trio elétrico dos Raparigueiros até o local chamado de Gran Folia. O local mais parecia uma feira  livre cheia de barraquinhas improvisadas e sem espaço suficiente para o volume de foliões que chegavam de todos os blocos.

É obvio que estão querendo acabar com o carnaval de rua de Brasília. A violência da PMDF no carnaval de 2009, todo esse desrespeito para com os foliões de Brasília, a falta de informações, as decisões de mudança de trajeto sem uma resolução formal nem comunicação pública, tudo contribui para que os foliões da cidade sumam durante o carnaval.

Imagine se o carnaval de rua de Salvador, Recife, Rio de Janeiro, Fortaleza e outras capitais, passassem pelo que o carnaval de Brasília está passando? Será que não temos direito ao maior show da terra aqui também? Será que continuaremos sendo desrespeitados por essas "autoridades" sem nos manifestarmos de algum modo?

O bloco de rua Pacotão, foi criado para que pudessemos nos manifestar politicamente sem que fossemos reprimidos ou agredidos , além de ser o único verdadeiramente brasiliense. Mas o que está acontecendo é que a população da cidade fica acoada e e inerte, vendo seus direitos serem desrespeitados a cada carnaval.
A mudança do sambódromo para a cidade satélite de Ceilândia, acabou com o desfile das escolas de samba de Brasília, pois Ceilândia não é Brasília. O Ceilanbódromo, como é chamado, passou a ser o palco das escolas de samba do DF, retirando o evento da capital federal.

Brasília é o ponto central do DF, o que facilita o deslocamento dos foliões de todas as satélites, além de ter condições para um carnaval mais organizado e seguro. Hoje, a grande maioria dos foliões não têm coragem de ir até a Ceilândia, para assistir o desfile das escolas de samba. Considerada até bem pouco tempo a cidade mais perigosa do DF, a Ceilândia ainda carece de muita infra estrutura para abrigar uma festa tão importante para os brasileiros.

Não existe transporte direto para a Ceilândia saindo do Paranoá, São Sebastião, Vila Planalto,Sobradinho I e II, Planaltina, Lago Oeste, para não citar outras cidades do DF. O trajeto dessas pessoas para se divertirem no carnaval acabou se transformando em martírio de ida e volta. A energia para festejarem se vai no trajeto de ida e o estresse de pensar na volta retira deles o prazer do momento.
A melhor maneira de acabar com o inimigo é minando suas forças. Apenas não entendo o motivo das autoridades brasilienses considerarem o carnaval de Brasília um inimigo.

Alguns moradores das quadras 203 e 204 Sul, conseguiram retirar o carnaval daquela área sob o pretexto da sujeira causada pelo carnaval. Mas o canaval ocorre apenas uma vez por ano, não teria sido melhor equipar as quadras com mais banheiros químicos e estrutura mais âmpla? Em vez disso, preferiu-se romper com a tradição carnavalesca de décadas, afetando uma grande maioria por causa de uns poucos retrógrados e recalcados, que jamais deveriam estar morando na Capital da República. Que democracia é essa?

O carnaval de Brasília está prestes a acabar, quem tem condições de viajar nesse período ainda pode aproveitar dessa festa, mas não em sua própria cidade. Quem não tem condições de seguir para o Rio, Salvador, etc, vai ter que se contentar com a feira carnavalesca chamada Gran Folia até que o carnaval se acabe de vez. Infelizmente, a maioria dos seres humanos apenas valorizam algo que tinham quando perdem definitivamente.

Anand Viboddha

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Ser ou não ser?

Falando sobre Não seja Zé povinho

O que é ser um Zé povinho?

Ser um "Zé povinho" significa não estar de acordo com a maioria, significa agir de forma deselegante sem ser engraçado, falar alto em local de silêncio, não parar na faixa de pedestres quando há sinal de vida, desrespeitar o direito dos outros, extrapolar quando não é preciso, não saber ouvir, não saber falar, não saber compreender, intransigir..
Não tem qualquer coisa relacinada a dinheiro, posição social, local onde mora, nível cultural, viagens...

Muitos dos " Zé povinho"  moram em endereços nobres da cidade e mesmo assim continuam agindo em desacordo com o bom senso. Em contra partida, existem pessoas de muito bom senso que vivem em cidades não muito bem classificadas no DF.

Relativizar também tem limites, nem tudo é relativo, na verdade relativizar é uma forma de escapar à responsabilidade de ser justo e honesto quando outros não estão olhando.

Em suma, ser um "Zé povinho" significa não agir de acordo quando uma situação pede. Não há fórmulas para ser um "Zé povinho" mas há uma fórmula para não ser um: ter bom senso.

Desde o início do que chamamos hoje em dia sociedade, nos deparamos com situações nas quais não sabemos definir como agir.

Para alguns seria correto agir de uma determinada forma e para outros aquela forma é completamente equivocada. O que fazer então?

Consultar o manual de boas maneiras, mas que manual?

Existe uma forma convencional que serve para todos e não desagrada ninguém.

O bom senso.

Mas o que seria bom senso com essa nova ética dos vencedores, onde aparecer na mídia é o soficiente para fazer de um profissional mais ou menos qualificado, alguém bem visto pelo público, mesmo existindo notoriamente, profissionais mais gabaritados?

O bom senso hoje em dia é caminhar com a maioria. Há muito tempo, fazer no prato trouxinhas de alface com arroz dentro, era considerado deselegante em um jantar de categoria, mas hoje em dia cortar o alface é que é considerado " Zé povinho". Durma com um barulho desses!

Essas normas mudam de acordo com o movimento social, embora muitas dessas normas continuem vigorando desde tempos imemoriais.

Palitar os dentes à mesa é considerado brega e deselegante e realmente é, mas o que fazer com aquele pedacinho de carne que ficou entre os dentes e incomoda terrivelmente?

Bem, isso vai depender muito de onde nos encontramos. Em um restaurante fino o bom senso indica que é preferível ir ao toilete e fazer aquela higiene, mesmo que seja com o palitinho mesmo. Mas, e num restaurante de beira de estrada? Isso vai depender da sua categoria. Palitar os dentes à mesa não é nada agradável, principalmente quando outros ainda continuam comendo. O que o seu bom senso indicaria?

Grito de Alerta

O Blog GLOBBALMUNDI.blogspot.com foi criado para dar voz à minha insatisfação com a situação mundial atual. Também para que eu pudesse escrever minhas idéias e comunicar às pessoas, de um modo geral, a verdadeira situação planetária.


Todas as catástrofes naturais que vêm ocorrendo no mundo, são avisos aos seres humanos sobre as mudanças que devem ocorrer para que possamos ter pelo menos uma possibilidade de sobrevivência. Não é apenas falando que conseguiremos resolver ou ajudar o planeta. É bom que todos passem a deixar seus carros em casa vez ou outra, utilizar mais transportes alternativos tais como: Bicicleta, skate, patíns, caminhadas, revesamentos de caronas, transportes coletivos, metrô e o que mais for possível para que possamos realmente contribuir para uma mudança global.

Outras atitudes também podem contrubuir bastante , no mínimo para darmos exemplo aos habitantes do hemisfério norte, sobre como é possível contribuir para uma minimização dos impáctos que o homem causa ao planeta. Tudo começa com a redução do consumo, reciclagem de materiais e reaproveitamento daquilo que já foi extraído da terra.

Tenho uma teoria que pode até ser considerada absurda para muitos, mas acredito piamente nela. A Terra é um ser vivo e como tal, possui a seu modo, um sistema qua a mantem viva. Não sabemos como funciona esse sistema e nem para que serve cada elemento que extraímos de seu corpo. Assim como temos fígado, ríns, coração, estômago, etc, a terra também deve ter. O que seria o petróleo no sistema terrestre? O que seria o ferro, o manganês, o ouro, a prata, as pedras preciosas? O que aconteceria conosco se começassemos a extrair pedaços minúsculos de nosso fígado, ríns, etc? Chegaria um dia em que não teríamos mais qualquer um desses órgãos. Poderíamos sobreviver com pedaços de órgãos? Talvez sim, mas não sabemos. A Terra já está pedindo socorro.

O que me deixa mais abismado é a falta de sensibilidade do ser humano em relação à mãe Terra. Sem o planeta não temos a mínima condição de sobrevivência, mesmo assim, as pessoas não conseguem perceber que o planeta está ficando doente. É mais fácil acreditar que o planeta é grande, se recupera fácil ou até mesmo que não é vivo para ter sensações e sofrimento. Aqui vai um alerta, se você acha que seres vivos como plantas e animais poderiam ter surgido de um organismo inanimado ou morto, e mais, que esses seres vivos podem sobreviver desse mesmo ser sem vida, que não sofre, então você precisa urgentemente de ajuda especializada.

Os índios já falavam no espírito do planeta, já conheciam terapias fitoterápicas e princípio ativo de plantas, muito antes de existirem laboratórios e indústrias farmaceuticas, as quais se utilizam desses conhecimentos e os divulgam ao mundo como se fossem descobertas feitas por eles. Todo medicamento tem uma base vegetal, que por si só já faria todo o trabalho. Sob o pretexto de estudos científicos que garantem a real eficácia de medicamentos, vamos cada vez mais perdendo o contato com a sabedoria indígena. Cada dia que passa os índios vão se aculturando e deixando para traz o conhecimento de séculos acumulados por seus ancestráis, até chegar o dia em que ficaremos completamente nas mãos dos capitalistas produtores de medicamentos.

A indústria, de uma forma geral, jamais vai se restruturar para diminuir os ganhos em favor da manutenção do planeta. Enquanto isso, vamos nos tornando mais e mais dependentes de um sistema que já chegou no seu limite.

Essa inversão de valores nada mais é que o controle ideológico de um sistema falido que busca se manter com unhas e dentes no poder. Não existem recursos suficientes para que todos sejam ricos, ainda assim, mantemos um sistema de classes baseado num materialismo histórico que consiste na busca de riquesas, as quais permanecerão nas mãos de poucos sustentados por muitos, como sempre o foi.

Em sociedades como o Brasil, uma pessoa da classe alta, muitas vezes gasta por dia em superfluos, o que uma família de três pessoas de classe média gasta por mês com o básico.

Esse sonho de mobilidade social notoriamente atinge a poucos. Muito raramente alguém enriquece sem a ajuda da mais valia. Na Índia, o sistema de castas mantem os ricos separados dos pobres por meio de ideologias espirituais, mas o objetivo da dominação é material. A distribuição de riquezas atinge diretamente o bolso daqueles que já são ricos há séculos e pretendem se manter assim.

Até o final da década de 1960 a população mundial não chegava a 4 bilhões de pessoas. Hoje, 5 décadas depois, somos aproximadamente 10 bilhões. Com certeza isso contribuíu bastante para uma maior destruição do planeta. Mais extração, mais bocas para alimentar, pessoas para vestir, transportar, divertir, educar, habitar, além de muitos outros ítens que não cabem aqui enumerar.

A partir da industrialização, a humanidade passou a ter um comportamento muito mais destrutivo, o qual jamais havia tido antes. O acumulo de lixo não aproveitável, a emissão de gases, a velocidade da extração em função da rapidez no processamento, foram cruciais para a aceleração dos efeitos climáticos que hoje assolam o mundo. O planeta não se refaz com a mesma velocidade em que é consumido, causando o rompimento de uma lei básica da economia, a lei da oferta e da procura. Porém, a terra já demonstrou que não é infinita, o petróleo tem dia e hora certos para acabar. Embora ainda existam fontes inexploradas de petróleo como o pré sal, foram milhões de anos até que pudessemos utilizar essa fonte de energia e serão mais milhões ou bilhões de anos até que consigamos novamente.

O que fazemos com uma criança que pede leite e não temos dinheiro para comprar? Podemos pedir, contar com a solidariedade humana, etc. Agora, o que fazer com essa mesma criança se não tivermos o leite para oferecer? A atitude individual é a única forma de revertermos a destruição planetária em tempo hábil para impedir que uma catástrofe de maiores proporções atinja a Terra.

Pensamos sempre em algo nos atingindo de fora, um inimigo externo na forma de cometa, asteróide, o próprio sol. Mas o que está mesmo nos atingindo é essa fome de riquezas materiais e poder sobre os outros. Pode até ser que exista uma ameaça externa real, nesse caso, morreremos à mingua, pois se não conseguimos combater nem os excessos individuais através de uma mudança comportamental, como poderemos sobreviver a um inimigo que sequer sabemos quem é?

Vamos combater a idéia de que sozinhos não conseguiremos nada. Podemos estabelecer o pensamento de que mesmo que eu não consiga resolver o problema sozinho, pelo menos a minha parte eu estarei fazendo.

Eliomar Lopes Santarem

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

A quem recorrer?

A quem recorrer quando temos problemas relativos ao governo?

Em minhas primeiras experiências com o pagamento do ISS - Imposto Sobre Serviços, deparei-me com algo que no mínimo seria punido pelo PROCON, caso fosse praticado por uma empresa privada.
Quando a data de vencimento do pagamento de qualquer conta se dá no final de semana, o banco é obrigado a aceitar o boleto no primeiro dia útil subsequente ao final de semana. Mas isso não acontece com documentos do governo.

Caso a mesma situação aconteça, o contribuinte é obrigado a pagar antecipadamente, tendo ou não tendo dinheiro ou deverá se dirigir à Secretaria de Fazenda para imprimir novo documento, desta vez com juros, pois os bancos não aceitam o documento como válido
.
Procurei informações sobre o caso na própria secretaria, não existe. Tentei me informar melhor sobre a situação, não há o que fazer a não ser obedecer o que não tem regras nem informativos, sob pena de ser enquadrado como desrespeito ao funcionário público. Foi o que aconteceu quando solicitei da funcionária que emitisse outro documento sem juros, já que não havia nada que me obrigasse a pagar o documento com juros.

Ao insistir sobre meus direitos a funcionária começou a se irritar e querer me agredir moralmente, dizendo que eu estava brigando por uma ninharia. Coloquei-a no seu devido lugar, informei-a que ela estava alí para me servir e como servidora pública ela deveria atender às minhas solicitações de contribuinte sem questionar, caso ela não pudesse, deveria me encaminhar para a pessoa responsável e não tentar me fazer sentir um idióta por estar querendo ser respeitado pelo governo, afinal de contas, é o meu dinheiro que paga o salário dela.

Ela tentou me enquadrar naquele aviso que vimos em todas as repartições públicas sobre desrespeito ao servidor. Novamente coloquei-a em seu lugar, perguntei em que eu a teria desrespeitado, ela disse que eu estava me excedendo em exigir, eu disse a ela que um dos maiores problemas que o país enfrenta é a falta de informação da população e a consequente inércia na exigência de seus direitos. Pior que isso era o desrespeito que somos obrigados a aturar, de certos funcionários públicos, que invertem as posições e acham que não estão ali para servir.Tive que ir embora sem resolver o problema, pagando multa e juros indevidos e sem apoio de qualquer instância superior a qual eu pudesse recorrer.

Hoje pago antecipadamente meus boletos quando se dão nos finais de semana. É assim na Fazenda, na Saúde, na Educação e onde quer que o governo seja o fornecedor do serviço. A  mídia até denuncia mas não atua. Sinto pena daquelas pessoas desinformadas que nem sabem que têm direitos, que esses direitos estão sendo desrespeitados e elas poderiam exigir que os serviços lhes fossem prestados.
A quem recorrer?

Anand Viboddha

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Que país é este?



"Nas favelas, no Senado, sujeira pra todo lado..."
Renato Russo - Legião Urbana.

É incrível! Mesmo depois de tantos anos de publicada, esta música continua atualíssima.
Os casos de corrupção no Brasil já se tornaram tão corriqueiros, que mesmo imagens tão contundentes  de governantes guardando dinheiro sujo dentro das meias e cuecas, têm o mesmo efeito de um filme de ficção.
Como tudo acaba em "pizza" e o dinheiro público não pode ser contabilizado individualmente, as ações públicas contra esse estado de coisas acabam sendo mínimas ou nulas e, pior, esquecidas no bojo da História.
O escândalo da Câmara Legislativa do DF já deveria ter virado caso de intervenção federal, mas como a pizzaria funciona dentro da casa do povo, fica difícil prender os pizzaiôlos. Com  a violência da PMDF, a população fica impedida de entrar e ainda é reprimida na porta de sua própria casa ao tentar se manifestar contra o estado de pizza.
 Desde os primeiros casos de corrupção com Benício Tavares, Carlos Adão Xavier, Pedro Passos, etc, tudo vem acabando em pizza. Chamado de a pizza de panetone, o mensalão do DEM de Brasília também vai passar despercebido e, o conformismo geral do cidadão brasiliense acaba sendo o molho apetitoso com o qual os políticos se lambuzam publicamente. A própria expressão " Terminar em pizza" já indica um conformísmo institucionalizado.
Se não nos manifestarmos contra essa inércia do poder público em moralizar o legislativo, chegará o dia em que será melhor rasgar o título de eleitor e reunir a galera para encher a cara na véspera do feriado eleitoral, já estamos quase lá. O pior de tudo é que os eleitores do Arruda acreditam mesmo no choro do político, pois o elegeram novamente mesmo após seu ato abominável de burlar o painel de votações do Congresso Nacional, tudo por causa de um choro.  Agora ele chora novamente, só que desta vez, numa mudança estratégica, ele diz que perdoa quem o "caluniou". Pelo visto surtiu efeito, pelo menos para aquele grupo pró Arruda que alugou até trio elétrico e foi para a frente da Câmara. Quem pagou pelo trio? Quanto será que cada um ganhou? Talvez os panetones até o final da década.
Devemos exigir intervenção federal ou o fechamento daquela Câmara Legislativa, em seu lugar vamos criar uma escola, centro de orientação política ou algo que moralize a representação pública do DF. Do jeito que está não pode continuar.
Anand Viboddha