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Cientista Social e Político, professor de idiomas, Forex Trader, corretor imobiliário, Inglês: tradutor interprete, tradutor de textos. Mantenho meu amor pela ciência através deste blog. Ser honesto não é uma virtude e sim uma obrigação que mantém coerência. Vejo o mundo como um lugar de abundância infinita para todos, onde cada ser tem o direito dado por Deus de coexistir pacificamente. Minha máxima é: " Toda estória tem dois lados e cada lado está correto". Almejo cada vez mais consciência ecológica, pois sei que o Planeta é um ser vivo e mantém toda a vida que não foi criada por nós.

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domingo, 31 de janeiro de 2010

A natureza manda sinais

Terremotos na América Central, Europa, Asia e Oriente. Chuvas anormais no sudeste do Brasil, nevascas no hemisfério Norte, deslizamentos de terra, tsunames, furacões, tornados, raios, enchentes e outras alterações climáticas no mundo vêm crescendo desde o início da década de 1990.  Mas o que mais chama a atenção é o fato de que até o ano de 2008, os terremotos anuais eram em muito menor quantidade do que o foram no ano de 2009, que bateu recordes de ocorrências no mundo inteiro.
Entramos 2010 vivenciando o episódio de Angra dos Reis, no estado do Rio de Janeiro. As condições ecológicas de Ilha Grande estavam, aparentemente, dentro dos parâmetros aceitáveis de preservação ambiental. Porém, o deslizamento do morro, a destruição das pousadas e consequentes mortes de vários de seus hospedes, mostraram que não sabemos  realmente quais os padrões de preservação ambiental aceitos pela própria natureza.
O terremoto enfrentado pelo Haiti que levou à devastação de uma cidade inteira de pobres e miseráveis, deveria trazer à tona uma nova visão da realidade humana. Tudo o que se consome no mundo vem do planeta, da exploração do solo e do subsolo, nada se cria sem que haja uma prospecção ou o cultivo do solo. Portanto, vamos gastar menos, distribuir renda e olhar para os desamparados.
A diminuição do consumo, novas formas de produção de bens, reciclagem daquilo que já foi extraído,  reaproveitamento de produtos que ainda podem ser utilizados, além de uma série de outras medidas que auxiliariam bastante no combate à desestruturação do planeta, ainda são muito tímidas. Não podemos levar em consideração apenas aquilo que chega aos nossos ouvidos sobre o que as autoridades estão fazendo, devemos observar o que estamos efetivamente fazendo como indivíduos para contribuir.
Autoridades acreditam que até 2050 deveremos ter reduzido as emissões de gazes na atmosfera a percentuais considerados aceitáveis para a sobrevivência humana e do planeta. Entretanto, será que teremos esse tempo todo?
Os que mais contribuem para a catástrofe planetária são os que menos fazem e menos querem fazer para que haja um retrocesso da destruição. O hemisfério norte abriga quase noventa por cento da população mundial, ao mesmo tempo concentra os países mais ricos e consumistas do planeta. A crise econômica que os atingiu no final de 2008 e dura até hoje, deveria ter sido vista como um aviso de reduçao de consumo, mas o que se vê é uma busca pela retomada do crescimento e manutenção das riquezas.
 O maior aviso já foi dado, nossa maior riqueza é o planeta e sua diversidade, não adianta produzirmos milhões de automóveis se não teremos combustível suficiente para todos e mesmo que tivéssemos, como lidaremos com o fato de que este combustível deve ser extinto ou reformulado?
Todos os sinais estão bem claros para todo ser humano ver e se sensibilizar, mas sinceramente, não creio que o ser humano de hoje consiga privilegiar a natureza em detrimento do poder econômico. Não é nada agradável ouvir as discussões acaloradas sobre aquecimento global por todos os lados e ao mesmo tempo essas mesmas pessoas não conseguem pegar um ônibus, se transportar de bicicleta ou a pé, diminuir o consumo pelo menos daquilo que não é tão necessário em favor da natureza.
O Brasil e os brasileiros se consideram, de uma forma velada, à parte dos fenômenos climáticos que estão ocorrendo no mundo, mas ao mesmo tempo São Paulo passa, desde o início do ano, por enchentes catastroficas, a incidência de raios no Brasil aumentou consideravelmente nos últimos dois anos, temperaturas aumentam a cada ano desde o início do sec XXI, tivemos nossos primeiros regístros de furacões e tornados no sul do país, seca no sul e enchentes no nordeste deveriam no mínimo causar discussões. É simples pensar que todos esses fenômenos são naturais e uma hora ou outra tudo irá passar como sempre passou, mas aconselho a todos que busquem por informações estatísticas e históricas sobre todos esses fenômenos, daí verão que a situação é muito mais grave do que gostaríamos de supor.
Através do google earth é possível verificar que o Polo Norte praticamente não existe mais, se comparado a não muitos anos atrás, nossas florestas foram todas devastadas por queimadas e extração ilegal, o Polo Sul vem diminuindo a cada ano desde a década de 1950, além da destruição de espécies animais que se ainda não foram extintas já estão em vias de. Muito em breve só ficaremos sabendo da existencia de ursos polares por meio dos livros didáticos ou enciclopédias, o conhecimento de séculos acumulado pelos índios sobre fitoterapia, alimentos da floresta, dentre outros, está se transformando em aculturação e exploração do solo das reservas indígenas na Amazônia pelos americanos, europeus, chineses e japoneses em território brasileiro.
Diante desse cenário que a mim aterroriza, só me resta fazer a minha parte e diminuir meu consumo, reaproveitar materiais, reciclar o que posso, doar o que me excede, economizar energia... 
Anand Viboddha

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Ambição, cobiça ou inveja?

Será que você sabe mesmo o que significa cada uma dessas palavras?
Muitas pessoas dizem que sentem inveja de alguém quando vêem aquela pessoa em situação onde ambicionam estar. Será que este seria o termo correto?

Vamos fazer uma recapitulação de cada uma delas e verificar se elas têm o mesmo significado ou se há diferenças.
Após ter perguntado a dezenas de pessoas de nível superior, formadas em diversar áreas do conhecimento, o que significa ambição, cobiça e inveja,  deparei me com uma má interpretação dessas três palavras e até mesmo com dificuldades em definir o que cada uma quer dizer.
Os erros mais comuns foram confundir a inveja com a cobiça, ou seja, achar que o invejoso quer aquilo que o invejado possui ou é.
Outro erro comum foi definir ambição como ganância, ou seja, achar que ambição tem necessariamente que ser exagerada ou atingir outros.
A grande maioria não soube diferir sobre cobiça e ganância dando às duas palavras a mesma definição.
Ninguém soube definir inveja.
Vamos ver o que tem de diferente em cada uma dessas palavras.
Primeiro o conceito encontrado no dicionário (Mirador) e depois uma análise rápida sobre os conceitos. Não utilize erroneamente quaisquer destes termos.

Ambição: É o desejo de riquezas, poder, honra e/ou glória.

Não significa necessáriamente um desejo negativo, qualquer pessoa pode ambicionar uma posição, um título, um objeto material de qualquer valor, independentemente de posição social ou condição financeira, qualquer um pode ambicionar o que quizer sem estar incorrendo em algum "pecado". O que a tornaria pejorativa seria a falta de escrupulos para se conseguir o que se ambiciona, mas aí deixaria de ser ambição para se tornar outra palavra.

Cobiça: Desejo veemente de se conseguir algo, ânsia ou ambição de se conseguir honra ou riquezas.

O significado em si quase nos dá a idéia de ser negativa ou pejorativa ao nos depararmos com a veemencia ou a ânsia em seu conceito. Mas o que dá a tônica da negatividade da palavra é que em ambição não se tem necessariamente que ambicionar o que é do outro, já em cobiça... Não há como se cobiçar o que não seja do outro. Se não ambicionarmos o que é do outro não incorremos em cobiça não é mesmo? Portanto, a palavra cobiça é necessariamente negativa, pois afeta outra pessoa negativamente em sua concretização.

Inveja: Desgosto, ódio ou pesar por prosperidade ou alegria de outrem.

Esse é o verdadeiro mau, pois dorme não nas possibilidades da própria pessoa que a sente, e sim, no repudio por aquilo que o outro é ou tem. É a insatisfação com o crescimento do outro, independentemente do invejoso ter ou não o objeto invejado, o que é pior.
Para o invejoso não importa se ele próprio é rico, ele não quer que outros ou um outro em especial também o seja. Não importa se ele possui ou não, o importante é que outros não possuam.

Numa análise mais detida sobre as três palavras, percebi que o que faz mais mal não é o sentimento em si, não é fácil fugir de sentimentos negativos, mas é importante percebê-los e principalmente combatê-los. O que faz mal mesmo são as ações de cada um ao se deparar com tais sentimentos.
Ao sentirmos ambição podemos trabalhar para conseguirmos o que ambicionamos sem termos que recorrer a expediêntes sujos, vencendo pelo próprio esforço, tornando a vida competitiva e saudável, ou podemos ir em frente atropelando a tudo e a todos para conseguirmos o que queremos. Isso depende mais da índole de cada pessoa do que do sentimento em si.

Ao sentirmos cobiça podemos olhar para esse sentimento e tentarmos nos livrar dele por meio de um grande esforço pessoal e trabalho, para que não cheguemos a roubar outros e conseguirmos aquilo que o outro possui da pior maneira possível.

Ao sentirmos inveja é bom procurarmos ajuda especializada, psicólogos, psiquiátras ou terapeutas, pois algo muito errado está acontecendo conosco. Podemos orar em qualquer crença para que Deus nos proteja de um sentimento tão perverso e cruel, ou podemos chicotear o corpo com toda força do mundo para sentirmos na pele o que é o mau da inveja. Cada personalidade com sua solução.

Ambicionar é natural num mundo tão consumista como o nosso.
Cobiçar é natural quando vivemos num mundo tão cheio de riquezas e não temos nada.
Invejar não é natural nem quando temos nem quando não temos poder, honra ou glória.
Invejar diz repeito à destruição da vida do outro e não à construção de uma vida melhor para todos.

Vamos evitar o uso da palavra inveja, pois desejar que o outro não consiga só pode vir de uma pessoa doente de alma e espírito. Em seu lugar poderemos utilizar a expressão " Que ambição!!"

Anand Viboddha

Um Mundo Global

As experiências com o terremoto do Haiti nos dizem que devemos considerar todo e qualquer país como um estado dentro de nosso território. As dificuldades enfrentadas pelos haitianos não são diferentes das dificuldades enfrentadas pelos moradores de São Paulo que foram atingidos por enchentes, ou moradores do sul do país que também tiveram que lidar com a reconstrução de suas casas, ruas, cidades. A grande diferença é que no Haiti não há recursos do Estado suficientes para uma catástrofe de tamanhas proporções. Com a ajuda global os haitianos estão recebendo ajuda de diversos organismos internacionais e assim contam com maiores possibilidades de êxito na reconstrução de um país mais justo e melhor. Que esse movimento global nunca deixe de existir.
Eliomar Santarem