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Brasília, Distrito Federal, Brazil
Cientista Social e Político, professor de idiomas, Forex Trader, corretor imobiliário, Inglês: tradutor interprete, tradutor de textos. Mantenho meu amor pela ciência através deste blog. Ser honesto não é uma virtude e sim uma obrigação que mantém coerência. Vejo o mundo como um lugar de abundância infinita para todos, onde cada ser tem o direito dado por Deus de coexistir pacificamente. Minha máxima é: " Toda estória tem dois lados e cada lado está correto". Almejo cada vez mais consciência ecológica, pois sei que o Planeta é um ser vivo e mantém toda a vida que não foi criada por nós.

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Melhorando a natureza

Esta página se dedica a Educação Ambiental - Participe, dê sugestões, faça comentários, insira idéias, atualize o conhecimento.


Evitar a destruição é impossível individualmente. Para que conseguíssemos impedir a destruição, teríamos que voltar muito no tempo e não criar indústrias.

 Isso é algo que jamais seria aceito pela própria sociedade moderna. Mas é possível minimizar a destruição.

Não temos como impedir a extração de alumínio do solo, mas podemos reciclar o que já foi extraído e reutilizar ao máximo o que já está pronto.

O ideal seria que houvesse realmente um movimento em favor da não extração ou uma extração mais conscientizada, não apenas do alumínio, mas também de todos os outros metais, pedras e minérios. Entretanto, isso significaria uma mudança de hábitos muito radical, como por exemplo: parar de consumir alimentos e bebidas enlatados, para não citar outros hábitos. Porém, no caso do alumínio, a minimização veio da própria sociedade com os catadores de latas e a criação de diversas cooperativas que se encarregam da reciclagem.

Até o presente momento, não se sabe quais são os benefícios da existência humana para o planeta. Suas ações, sua presença no mundo, seus hábitos e dejetos sempre geram uma conta muito alta para a natureza pagar.

Podemos apenas minimizar os impactos que causamos ao meio ambiente e aos outros animais. Não é por desejo da Terra que animais, aves e plantas estão em vias de extinção ou já foram extintos. A ganância humana, a falta de consciência e de amor pela vida desses seres é que causam a destruição.

A cada ano, milhares de aves e animais silvestres morrem ao serem transportados de maneira ilegal e desumana para Europa, América do Norte e Ásia. São papagaios, periquitos, micos, cobras, aranhas, tartarugas, ararinhas azuis, lagartos, além de diversos outros tipos de animais, insetos e aves que não sobrevivem aos maus tratos e péssimas condições de transporte. Você fica feliz com esses dados?

Quem mantem esse tráfico são pessoas comuns como eu e você, que apreciam a beleza e a doçura desses animais e aves. Ao termos essa admiração pelos animais, sem nos darmos conta acabamos querendo ter e manter um ou outro como animal de estimação.

É muito bonitinho ver um papagaio falando e se expressando como nós, mas nos esquecemos que dele foi tirada a liberdade e a natureza. Será que deveríamos ser tão egoístas assim e pensarmos apenas no nosso bem estar? Não seria mais bonito ver a pequena ave voando em bandos e alegrando o céu com suas asas livres e sem cortes?

Para que esses contrabandistas ganhem algum dinheiro com a exportação ilegal, são recolhidos da natureza centenas de bichos de várias espécies e a cada dez tentativas uma é bem sucedida. Se não estivéssemos falando de vidas, a margem de ganhos já seria muito baixa, mas em se tratando de vidas isso fica insustentável.


Nem tudo está perdido. Existem atualmente, diversas instituições e pessoas que se dedicam a cuidar dos animaizinhos que não morrem nessas operações grotescas, devolvendo-os sãos e salvos para a natureza, lugar de onde eles jamais deveriam ter saido. Entretanto, sem querer desmerecer o maravilhoso trabalho dessas boas almas, não estamos fazendo nada além de nossa obrigação.


Como seres co-responsáveis por essas ações desumanas, temos no mínimo que tentar reverter a situação.

Novamente, não estamos fazendo nada além de limpar a sujeira feita por nós mesmos enquanto parte dessa aça. O ser humano também é um ser natural e, como tal, também age de forma natural. Mas para que pudéssemos verdadeiramente atuar como agentes benéficos na natureza, o fruto de nossa respiração deveria ser bom para o planeta, a nossa presença na Terra deveria gerar um bem, nossos dejetos deveriam servir para alguma coisa.

Os animais, de uma forma geral, não contribuem como as plantas, mas os chamados irracionais, pelo menos não destroem, eles se utilizam de tudo  apenas na medida do que é necessário. Apenas o homem desperdiça.

Já que temos consciência de que nossa presença no planeta, embora natural, é apenas exploratória, poderíamos no mínimo, evitar o desperdício. O volume de árvores que são mortas anualmente para que joguemos papel nas ruas, poderia ser diminuído significativamente, case não houvesse o desperdício.

São necessárias ações individuais muito pequenas para minimizar esse impacto em especial. Reaproveitamento, reutilização, reciclagem de papel e de outros materiais e, principalmente, o não desperdício, precisam apenas de duas palavrinhas, Educação Ambiental.

 Então existe uma forma de nos livrarmos do estigma de sermos os vilões da natureza.

Além das medidas sócio educativas citadas acima, podemos minimizar o processo destrutivo denunciando os maus atos, atuando como fiscais da natureza e tendo consciência de que tudo o que serve ao homem foi extraído do solo. Portanto, gastar além daquilo que se precisa está fora de cogitação.

Não temos como por de volta na natureza tudo o que já foi extraído dela e aquilo que devolvemos, leva dezenas, centenas, milhares ou milhões de anos para que seja reintegrado ao planeta.

Algumas coisas jamais serão reabsorvidas pelo planeta.

O lixo tóxico, os resíduos nucleares, muito da tecnologia jamais serão reabsorvidos pelo planeta.

Já começamos a sujar o espaço sideral com nossas sondas, robôs e materiais que se desprendem de estações e foguetes espaciais.


Como indivíduos, poderíamos atuar como melhoradores da natureza. Plantar uma árvore tem um custo mínimo em relação ao benefício gerado para o planeta, e seria uma ação concreta do ser humano em direção à sua redenção planetária.

Muitos teóricos surgem todos os anos, com teorias de que o planeta se adapta a tudo, que os fenômenos climáticos que estão acontecendo já estavam previstos na natureza, que a participação do homem nesse processo de aquecimento é mínima, etc. Porém, é necessário dizer que existem pesquisas que provam por A mais B que café faz bem à saúde e ao mesmo tempo existem pesquisas que provam da mesma forma o contrário. Tudo depende de quem pagou para que a pesquisa fosse feita.

O planeta não vai se acabar com as transformações que estão ocorrendo.

O que acabou durante essas glaciações e períodos de grandes transformações foram os seres que viviam durante esses períodos. Assim como se acabaram os dinossáuros e talvez outras sociedades estabelecidas  anteriormente aos mais de cinco mil anos de vida do homem moderno, nós também poderemos desaparecer.



A força planetária é imensa e realmente se adapta às grandes transformações que estão ocorrendo. Mas ainda assim, não sabemos quais são as reais contribuições humanas para o desequilíbrio. Não sabemos ao certo se nosso estilo de vida verdadeiramente é um fator decisivo para essas grandes transformações.

Uma coisa é certa, sabemos que nosso estilo de vida é prejudicial a nós mesmos. A poluição, a retirada de árvores, a emissão de gases nocivos, a extração sem limites e tantas outras atividades humanas que movimentam indústrias e mantêm a sociedade, são contributórias para uma baixa em nossa qualidade de vida.

Nenhuma das catástrofes ocorridas nos últimos dez anos ( período no qual se intensificaram as ocorrências de fenômenos naturais de grandes magnitudes) afetou o planeta em seu mecanismo. Somente o ser humano foi afetado pelos terremotos, vulcões, tornados, furacões, temporais, deslizamentos de terras e tantos outros efeitos causados pelos fenômenos.

Esse aspecto corrobora a idéia de que o mundo não vai acabar, talvez acabe o que nós conhecemos como mundo hoje em dia. Mas o planeta continua se adaptando às transformações, já não podemos dizer o mesmo de todas aquelas pessoas que morreram, ficaram desabrigadas, perderam parentes e sofrem até hoje no Haiti, Chile, Sumatra, ilhas do pacífico e tantos outros países em todos os continentes atingidos pelos fenômenos.

No Brasil, também ocorrem muitos fenômenos ligados as chuvas que não estão livres de serem consideradas catástrofes. As enchentes, aberturas de crateras por erosões, furacões no sul, raios e deslizamentos de terra, passaram a fazer parte das mazelas sofridas por alguns brasileiros nesses últimos dez anos.

Não se sabe o real roteiro dessas transformações, se irão aumentar ou diminuir, se irão acabar ou se perpetuar. O fato é que essas mudanças se intensificaram nas últimas décadas e nos últimos anos aumentaram a frequência e magnitude. Embora muitos geólogos afirmem que atualmente tenhamos mais instrumentos instalados e de maior sensibilidade, é inegável que os fenômenos se intensificaram e que um maior número de pessoas foi atingido.

Basta verificar os últimos relatos de terremotos, nevascas, tempestades de areia, vulcões em locais gelados nas mesmas magnitudes em que ocorrem hoje e chegaremos a marcas históricas de cinquenta, sessenta anos atrás. Outros jamais ocorreram desde que se pode registrar tais fenômenos.

O volume de mortes coletivas passou a fazer parte dos noticiários mundiais não faz mais de quinze anos. Antes disso nem sabíamos o que era uma tsunami (ondas gigantes), somente nessa última década pudemos tomar conhecimento de mais de cinco delas.

Depois do ataque ao W.T.C ( World Trade Center), coincidência ou não, o volume de aeronaves que caíram sem um explicação consistente, aumentou significativamente, o que pode ser também causado por fenômenos naturais tais como: Tempestades, incidências de raios e outros fenômenos que não temos conhecimento ainda.


continua....