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Cientista Social e Político, professor de idiomas, Forex Trader, corretor imobiliário, Inglês: tradutor interprete, tradutor de textos. Mantenho meu amor pela ciência através deste blog. Ser honesto não é uma virtude e sim uma obrigação que mantém coerência. Vejo o mundo como um lugar de abundância infinita para todos, onde cada ser tem o direito dado por Deus de coexistir pacificamente. Minha máxima é: " Toda estória tem dois lados e cada lado está correto". Almejo cada vez mais consciência ecológica, pois sei que o Planeta é um ser vivo e mantém toda a vida que não foi criada por nós.

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quarta-feira, 4 de agosto de 2021

quinta-feira, 18 de março de 2021

domingo, 1 de maio de 2011

O QUE ESTÁ ACONTECENDO COM O CLIMA MUNDIAL?

A pergunta que não quer calar.

Muitos dizem que os eventos climáticos que assolam e devastam o mundo são consequencia das nuvens de gases aprisionadas na atmosfera terrestre. Outros dizem que esses fenômenos sempre aconteceram em várias eras geológicas e que estamos presenciando mais uma delas.

Mas não precisamos de nenhum mecanismo de alta precisão para verificarmos determinados aspectos globais, que podem sim, ocasionar alterações climáticas de grande magnitude.
Observando o planeta e suas manifestações, vamos notar que os últimos 60 anos foram atípicos em relação aos mais de 5 mil anos de existência humana comprovada.

Até a década de 1950 éramos algo em torno de:

Aqui fica a lista com os números da população mundial desde 1950 até 2000, e as previsões de 2010 a 2050.

  1. [1950] 2,556,000,053 habitantes;
  2. [1960] 3,039,451,023 habitantes;
  3. [1970] 3,706,618,163 habitantes;
  4. [1980] 4,453,831,714 habitantes;
  5. [1990] 5,278,639,789 habitantes;
  6. [2000] 6,082,966,429 habitantes;
  7. [2010] 6,848,932,929 habitantes;
  8. [2020] 7,584,821,144 habitantes;
  9. [2030] 8,246,619,341 habitantes;
  10. [2040] 8,850,045,889habitantes;
  11. [2050] 9,346,399,468 habitantes.


Agora preste atenção ao fato de que vivemos há mais de 5 mil anos no planeta e, desde quando se ouviu falar de uma população tão expressiva no globo?
Será que isso não significa nada?

Nunca fomos tantos e jamais crescemos tão rápido quanto nos últimos 60 anos. Esse fato é inegável e nem precisamos ser grandes cientistas para constatarmos isso.
Bem, continuemos:
Quase triplicamos em 60 anos o que levou cerca de 5 mil anos para acontecer.
Você acha que isso é ou não um impacto considerável na atmosfera, superfície e interior do planeta?

Vamos por partes. Nossa atmosfera passou a ter que suprir uma quantidade de oxigênio três vezes maior que   nos últimos 5 mil anos, desde os primeiros sinais humanos na terra. Pode até parecer pouco, mas se considerarmos tudo o que veio junto com esse crescimento, veremos que é alarmante.

O consumo de oxigênio e a emissão de gases humanos, uma industrialização cada vez maior, contribuem negativamente para uma atmosfera equilibrada e saudável, não apenas para a vida humana, mas para tudo o que a cerca.

O volume de poluentes que acometem a atmosfera todos os dias levou milhares de anos para chegar aos níveis atuais e em um curtíssimo espaço de tempo passou a ser permanente.
Isso é ou não relevante?

A superfície terrestre, quase que praticamente inalterada até 60 anos atrás, sofreu alterações tão grandes nesse curto espaço de tempo que passou a ser uma nova superfície. Asfalto, pavimentações, edifícios, construções, desmatamento, extração, criações de animais para consumo, extinção de plantas que jamais saberemos para que serviam e muitos outros aspectos dessa drástica mudança, jamais foram considerados em quaisquer estatísticas ou estudos climáticos.
Essas alterações são ou não importantes para serem desprezadas?

O interior do planeta passou a contar cada vez menos com elementos jamais extraídos até onde se tem conhecimento. É notório que todos os alimentos possuem esses elementos em quantidades necessárias à subsistência humana, ou seja, é uma necessidade à preservação da vida que esses elementos continuem a ser processados pelas plantas para que continuemos vivos e saudáveis.

O que poderá acontecer com as plantas se retirarmos todo o ferro e outros minerais do subsolo? Será que essas plantas sobreviverão para nos preservar? Já sabemos que o petróleo tem data e hora para acabar. Sabemos também que muito do que era considerado perene também pode acabar, a água por exemplo.

É inegável que o planeta é um ser vivo, não o fosse, como poderia gerar a vida e mantê-la?
Tudo depende do planeta e aquilo que se extingue não tem como ser reposto. Como poderemos recriar a água?

Desde que o planeta é um ser vivo, qual é o mecanismo de defesa de um ser vivo quando sua estrutura fica abalada?
Imagine que todos os dias retiremos uma quantidade irrisória de elementos do nosso próprio corpo.  O corpo vai buscar repor esses elementos, desde que continue entrando no corpo esses elementos, caso contrário, ficaremos debilitados e outros setores do corpo ficarão comprometidos na tentativa de sanar o problema. No caso do planeta qual seria essa reposição de elementos retirados incessantemente?

O clima é nada mais nada menos que as reações do planeta aos eventos que interferem em seu equilíbrio e harmonia.
A febre não é uma doença, é um sintoma de que algo não vai bem no organismo, um aviso para que tomemos as ações necessárias ao reestabelecimento da normalidade.
Qual será a febre do planeta?

Desde que conhecemos esse mundo, os pólos norte e sul existem. Há não mais que vinte anos, cientistas declaravam que determinadas geleiras levariam centenas de milhares de anos para se romperem ou se deslocarem de um bloco, muitas delas já não existem mais ou se transformaram no mar de geleiras que vemos atualmente nos pólos e ninguém fala sobre isso.

Obviamente, os pólos servem para alguma coisa, mas o que?

Temo que no dia que soubermos para que servem seja tarde demais.

Dentro de muito pouco tempo já não teremos ursos polares, todos morrendo afogados de tanto nadar sem encontrar uma superfície gelada para se apoiarem e sobreviverem. O planeta se adapta. É o que muitos dizem, mas não têm certeza.

"Toda ação provoca uma reação de igual intensidade, mesma direção e em sentido contrário". Terceira lei de Newton.


Até que ponto essa lei interfere nas ação do homem em relação ao planeta?
Essa lei garante que uma reação acontecerá em qualquer ação tomada.
A explicação de um evento em si, não elucida a origem dessa reação.

tectônicas "normal", pois sempre aconteceram no planeta. Porém, não explica o que está causando o aumento de frequência e de  magnitude dessas movimentações.

Todos os eventos climáticos podem ser facilmente explicados, mas apenas em sua questão dinâmica e mecânica, mas não explica a causa.
Porque o volume de tornados, trombas d'água, terremotos, erupções de vulcões extintos e outros fenômenos que assolam o planeta aumentaram em sua frequencia e magnitude?

O terremoto acontece porque as placas estão se movimentando, mas porque as placas estão se movimentando? O que está causando a movimentação das placas? Apenas uma explicação mecânica não elucida a origem do fato.

O que provocou o terremoto de magnitude 9 numa escala de 9 pontos no Japão em Março de 2011?

Sabe-se o que aconteceu no crosta, todo o mecanismo do terremoto e do tsunami, mas nunca foi dito porque aconteceu. Sabemos que houve rebaixamento da superfície japonesa em 66 cm, alteração no eixo da terra e que o dia ficou mais curto alguns milésimos de segundos, mas porque isso aconteceu?

Qual foi o evento que causou essa reação da terra?

Encontrei esta explicação que achei uma das mais perfeitas:

 Os terremotos são um fenômeno natural, decorrente da dinâmica interna de nosso planeta. A Terra é dividida em uma dúzia de placas tectônicas, que se movem umas em relação às outras sobre um manto constituído de rochas quentes e plásticas, com cerca de 1% de fusão. Infelizmente, esse movimento não se dá de forma suave e contínua, pois o atrito entre as placas impede isso; assim, a tensão vai se acumulando até que seja atingido um ponto de ruptura, ocasião em que grande quantidade de energia mecânica é liberada sob a forma de ondas sísmicas. Um terremoto nada mais é do que a passagem de tais ondas (não confundir com as do tsunami!) por uma região. Os tsunamis podem ser originados pelo deslizamento de grandes massas de terra no mar e principalmente quando o ponto de origem de um terremoto (o epicentro) é submarino. Aí a tal energia mecânica liberada provoca o deslocamento de grandes massas de água, constituindo as ondas gigantescas que são chamadas de tsunamis ou maremotos. Podemos agora explicar facilmente o que houve no Japão: esse país está situado no limite entre duas grandes placas tectônicas, a da Eurásia e do Pacífico. A tensão entre as mesmas gerou o terremoto fortíssimo, cujo epicentro estava localizado debaixo do oceano, mas próximo da costa. Isso explica a rapidez com que o tsunami varreu o Japão logo após o abalo principal. 

Toda a dinâmica e mecânica do fato foi magnificamente explicada, mas ainda não esclarece o porque desse movimento, entende?

Outra explicação parece muito elucidativa.

As placas tectônicas se movimentam continuamente sobre uma camada de rochas parcialmente derretidas. Quando ocorre um acumulo de pressão, as placas podem sofrer movimentos bruscos de três tipos: convergente (quando há o choque), divergente (quando se movem em direções contrárias) e transformante (quando as placas se separam e se deslocam lateralmente). Esses movimentos, finalmente, refletem-se nos tremores - abalos sísmicos ou, simplesmente, terremotos - que alcançam a superfície.

Mesmo sendo explicada com tanto conhecimento da mecânica dos fenômenos, não explicam a causa.
Esses movimentos sempre existiram, mas porque estão mais severos, com maior magnitude e com maior frequencia? Qual o motivo deles acontecerem?

Deve existir uma razão para este afastamento, porque se afastam?

Se antes era tudo junto e hoje temos essas placas todas, podemos deduzir que o planeta está se modificando, mas qual o motivo?

sob o prisma do organismo vivo, é possível especular que o planeta está crescendo e essas alterações são nada mais que adaptações planetárias ao novo corpo físico. Mas isso é tão vago quanto todas as explicações disponíveis.

Por que nascemos, crescemos, envelhecemos e morremos?

Esse processo é inerente a qualquer ser vivo e não seria diferente com o planeta.  Nascer e morrer são os eventos principais desse sistema, o que ocorre nesse meio não tem o menor significado se considerarmos o nascimento e a morte em si mesmos.  No dia de seu nascimento nada do que vem pela frente é verdadeiramente considerado, apenas aquele momento importa. No dia de sua morte, a única coisa que realmente interessa é o cessar desses eventos sem importância chamados de vida, que só passam a ter algum valor na iminência da perda.

O fato é que é inevitável o processo de vida. Até que se prove o contrário, tudo tem início, meio e fim.
Não sabemos qual a estimativa de vida do planeta, nem em que ponto estamos desse processo.
É notório que mudanças significativas estão ocorrendo nesse momento planetário, mas não sabemos o que está provocando essas mudanças, nem o objetivo delas.

Em duas horas chove em São Paulo,  o equivalente a metade das chuvas previstas para um mês inteiro naquele estado brasileiro. Isso pode até já ter acontecido no passado, uma vez em 5 ou 6 décadas, mas atualmente essa frequencia já ultrapassou em muito essas estatísticas.

Notamos que o rigor climático é cada vez maior. Quando chove, o volume que se precipita é cada vez maior. Quando esfria, a queda de temperatura é cada vez mais brusca e rigorosa. Quando a atmosfera perde humidade, essa perda chega aos níveis mais baixos a cada ano. O calor está cada vez mais intenso e o tempo cada vez mais curto.

Muitas explicações dinâmicas e mecânicas podem ser dadas a todos esses fenômenos, mas é inegável que ninguém consegue explicar a radicalidade crescente desses eventos.

Outros eventos menos ligados ao clima e à atmosfera também passaram a ser mais frequentes e crescentes. Mortes coletivas por exemplo: até o ano 2000, mortes coletivas se limitavam ao Titanic, alguns terremotos bem espaçados no tempo e um ou outro acidente aéreo ou de trem, fora as guerras que sempre foram as causas de grandes mortes coletivas.

Em onze anos a intensificação dessas mortes superou e muito todo o período anterior. Tsunamis, terremotos, enchentes, nevascas, erupções, acidentes, tornados, furacões e doenças encheram os noticiários e as conversas cotidianas.

Tudo isso pode ser uma grande coincidência, mas coincidência ou não, o fato é que esses fenômenos se intensificaram muito próximo do ano 2012. Ano considerado por místicos e profetas, um ano cabalístico e narrado na história humana desde muito tempo como um marco na existência humana.

Pode ser que exista um pensamento coletivo criando essas condições?

É bem possível que sim.

Tudo aquilo que vem ao mundo da existência um dia foi pensamento. Para se criar qualquer objeto, este tem necessariamente que passar pelo pensamento humano e, por meio das ações, vir a existir concretamente.
Essa virtualização passou a ser tão maior que, atualmente, já existem coisas apenas virtuais e que jamais se tornarão concretas, passaram a existir virtualmente, ou seja, a materialização está ficando menos necessária nos dias de hoje.

Resultado de uma necessidade humana de rapidez?

A materialização leva um precioso tempo. O ser humano busca diminuir ao máximo o tempo de materialização de qualquer coisa. Individualmente, quando se pensa em ter um carro, deseja-se que isso aconteça em tempo recorde, mas se pudermos eliminar a materialização e ficarmos com um carro virtual, não fará muita diferença para o ser de hoje, razão pela qual os jogos e diversões eletrônicas se consolidam cada vez mais em todas as sociedades do mundo.

Agora imagine um planeta inteiro 6,848,932,929 de pessoas, pensando em juízo final e catástrofes, mortes e doenças durante um período considerável da história, digamos 2000 anos?

Será que isso poderia ser a razão de todos esses acontecimentos?

É bastante vago, mas não menos vago que as respostas que recebemos sobre os fenômenos e acontecimentos da atualidade. O poder do pensamento humano depende muito mais da crença do que do desejo.

 A materialização depende das ações concretas e como estamos agindo em relação ao planeta?

Pense nisso e mude sua postura se achar que deve mudar, afinal, a mudança acontece primeiro no indivíduo para depois atingir a coletividade e não o contrário.








terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

PRISÃO DE ANIMAIS

Como se sentiriam os seres humanos se tivessem que viver em jaulas ou gaiolas?
Você tem pássaros em gaiolas? Solte-os. Um dia de liberdade, mesmo que morram por falta de adaptação ao mundo natural, vale mais para esses animaizinhos do que uma vida inteira presa em uma gaiola.
É triste ver um passarinho preso solitário em uma gaiola. Dói ver qualquer pássaro entristecido e sem companhia. Se você não se sente uma pessoa cruel ao aprisionar um pássaro, você deve procurar ajuda psicológica ou psiquiátrica. Deve haver algo muito errado com alguém que simplesmente não sente pesar em tirar a liberdade de animais que nasceram para ser livres e voar.

ZOOLOGICO: PRESERVAÇÃO OU CADEIA

Olho Mágico