Terremotos na América Central, Europa, Asia e Oriente. Chuvas anormais no sudeste do Brasil, nevascas no hemisfério Norte, deslizamentos de terra, tsunames, furacões, tornados, raios, enchentes e outras alterações climáticas no mundo vêm crescendo desde o início da década de 1990. Mas o que mais chama a atenção é o fato de que até o ano de 2008, os terremotos anuais eram em muito menor quantidade do que o foram no ano de 2009, que bateu recordes de ocorrências no mundo inteiro.
Entramos 2010 vivenciando o episódio de Angra dos Reis, no estado do Rio de Janeiro. As condições ecológicas de Ilha Grande estavam, aparentemente, dentro dos parâmetros aceitáveis de preservação ambiental. Porém, o deslizamento do morro, a destruição das pousadas e consequentes mortes de vários de seus hospedes, mostraram que não sabemos realmente quais os padrões de preservação ambiental aceitos pela própria natureza.
O terremoto enfrentado pelo Haiti que levou à devastação de uma cidade inteira de pobres e miseráveis, deveria trazer à tona uma nova visão da realidade humana. Tudo o que se consome no mundo vem do planeta, da exploração do solo e do subsolo, nada se cria sem que haja uma prospecção ou o cultivo do solo. Portanto, vamos gastar menos, distribuir renda e olhar para os desamparados.
A diminuição do consumo, novas formas de produção de bens, reciclagem daquilo que já foi extraído, reaproveitamento de produtos que ainda podem ser utilizados, além de uma série de outras medidas que auxiliariam bastante no combate à desestruturação do planeta, ainda são muito tímidas. Não podemos levar em consideração apenas aquilo que chega aos nossos ouvidos sobre o que as autoridades estão fazendo, devemos observar o que estamos efetivamente fazendo como indivíduos para contribuir.
Autoridades acreditam que até 2050 deveremos ter reduzido as emissões de gazes na atmosfera a percentuais considerados aceitáveis para a sobrevivência humana e do planeta. Entretanto, será que teremos esse tempo todo?
Os que mais contribuem para a catástrofe planetária são os que menos fazem e menos querem fazer para que haja um retrocesso da destruição. O hemisfério norte abriga quase noventa por cento da população mundial, ao mesmo tempo concentra os países mais ricos e consumistas do planeta. A crise econômica que os atingiu no final de 2008 e dura até hoje, deveria ter sido vista como um aviso de reduçao de consumo, mas o que se vê é uma busca pela retomada do crescimento e manutenção das riquezas.
O maior aviso já foi dado, nossa maior riqueza é o planeta e sua diversidade, não adianta produzirmos milhões de automóveis se não teremos combustível suficiente para todos e mesmo que tivéssemos, como lidaremos com o fato de que este combustível deve ser extinto ou reformulado?
Todos os sinais estão bem claros para todo ser humano ver e se sensibilizar, mas sinceramente, não creio que o ser humano de hoje consiga privilegiar a natureza em detrimento do poder econômico. Não é nada agradável ouvir as discussões acaloradas sobre aquecimento global por todos os lados e ao mesmo tempo essas mesmas pessoas não conseguem pegar um ônibus, se transportar de bicicleta ou a pé, diminuir o consumo pelo menos daquilo que não é tão necessário em favor da natureza.
O Brasil e os brasileiros se consideram, de uma forma velada, à parte dos fenômenos climáticos que estão ocorrendo no mundo, mas ao mesmo tempo São Paulo passa, desde o início do ano, por enchentes catastroficas, a incidência de raios no Brasil aumentou consideravelmente nos últimos dois anos, temperaturas aumentam a cada ano desde o início do sec XXI, tivemos nossos primeiros regístros de furacões e tornados no sul do país, seca no sul e enchentes no nordeste deveriam no mínimo causar discussões. É simples pensar que todos esses fenômenos são naturais e uma hora ou outra tudo irá passar como sempre passou, mas aconselho a todos que busquem por informações estatísticas e históricas sobre todos esses fenômenos, daí verão que a situação é muito mais grave do que gostaríamos de supor.
Através do google earth é possível verificar que o Polo Norte praticamente não existe mais, se comparado a não muitos anos atrás, nossas florestas foram todas devastadas por queimadas e extração ilegal, o Polo Sul vem diminuindo a cada ano desde a década de 1950, além da destruição de espécies animais que se ainda não foram extintas já estão em vias de. Muito em breve só ficaremos sabendo da existencia de ursos polares por meio dos livros didáticos ou enciclopédias, o conhecimento de séculos acumulado pelos índios sobre fitoterapia, alimentos da floresta, dentre outros, está se transformando em aculturação e exploração do solo das reservas indígenas na Amazônia pelos americanos, europeus, chineses e japoneses em território brasileiro.
Diante desse cenário que a mim aterroriza, só me resta fazer a minha parte e diminuir meu consumo, reaproveitar materiais, reciclar o que posso, doar o que me excede, economizar energia...
Anand Viboddha
Estamos caminhando para um mundo cada vez mais globalizado. A natureza tem dado sinais de que o planeta suporta mudanças radicais e que os mais afetados são os que menos percebem sua própria fragilidade.
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Quem sou eu
- Léo Santarem - Anand Viboddha
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- Cientista Social e Político, professor de idiomas, Forex Trader, corretor imobiliário, Inglês: tradutor interprete, tradutor de textos. Mantenho meu amor pela ciência através deste blog. Ser honesto não é uma virtude e sim uma obrigação que mantém coerência. Vejo o mundo como um lugar de abundância infinita para todos, onde cada ser tem o direito dado por Deus de coexistir pacificamente. Minha máxima é: " Toda estória tem dois lados e cada lado está correto". Almejo cada vez mais consciência ecológica, pois sei que o Planeta é um ser vivo e mantém toda a vida que não foi criada por nós.
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